Guerra de Espadas
- Giovana Barbosa
- Dec 4, 2017
- 2 min read
Lá estava ela, a mais bela donzela, eu podia ver suas mão delicadas balançando ao vento para chamar minha atenção.
E na minha mão empunhava a mais bela espada, feita de ferro e enfeitiçada pelo o melhor mago do vilarejo.
O plano era perfeito, a não ser que, um dragão celestial vermelho planava ao ar para vigiar o castelo. Não havia muitos guardas, mas empunhavam seus arcos e flechas, seu equipamento feito de couro e ouro.
Nada me importava, a não ser a bela princesa que habitava a torre mais alta do castelo.
E com o vento soprando, cavalguei, o vento soprava no meu rosto e o cheiro de liberdade alcançava minhas narinas.
E os gritos foram escutados.
"Alto lá"
E podia ver os guardas empunhar suas espadas e apontar os arcos para mim.
Eu cavalguei mais rápido do que pude.
Eu havia me escondido e os guardas continuavam suas rondas, eles sabiam que ainda estava ali.
Escutei passos, era a oportunidade, apanhei o guarda por trás e com minha faca pude cortar sua garganta, e sangue foi jorrado.
E de novo corri, corri portão adentro, e escondi por meio do feno.
Péssima ideia, jogaram o feno ao chão e meu corpo foi jogado também.
Fuja, era o que piscava na minha mente.
Corri, até a porta que levava as torres, as escadas eram grandes e cansativas, pude ouvir os gritos dos guardas e então, silêncio.
Olhei pela pequena fresta que havia na parede, e o dragão cuspia fogo furiosamente, sorri. Continuei correndo e podia sentir o ar quente atrás de mim, e então surgiram guardas empunhando suas espadas afiadas.
Fui para cima empunhando minha espada, sem me gabar, mas, era bom em ataques e pude matar os dois sem fazer esforço.
Subi mais lances de escadas, quando senti um baque nas paredes e pude ver o dragão destruindo a torre em que estava, precisava correr mais, quando sinto uma flechada na perna. Um grito escapou da minha boca, a dor era insuportável, mas mesmo assim tentei levantar, estava cambaleando, e corri mancando até o quarto, quando cheguei vi algo assustador...
A princesa...
Me assusto com uma mão tocando meu ombro.
-Vamos embora, está ficando tarde. - Disse minha mãe, bem agora que a brincadeira estava legal, ela podia ser uma estraga prazer quando bem entendia.
- Mas agora mãe? estava tão legal! - Escutei um suspiro, era o seu limite - Tudo bem, vamos embora mãe, estava chato apenas eu brincando nessa parte!
Pude sentir o ar pesado, ela segurava minha mão e encara todas as pessoas que me olhavam torto, não era normal vem um garoto sem seus dois olhos.
Eu não tinha olhos, mas tinha minha imaginação, era mais fértil do que muito solo por ai.
Bom, eu devo deixar a continuação para outro dia.

Giz




















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